Sementes de Dracaena draco - Dragoeiro - Sangue de Dragão

Sementes frescas e viáveis de Sangue de Dragão - Dragoeiro - Dracaena draco.

Disponível em pacotes com 5, 10 ou 25 sementes.

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A Dracaena draco L., conhecida pelo nome comum de dragoeiro, é uma planta da classe Liliopsida, ordem Asparagales, família das Ruscaceae (Dracaenaceae) originária da região biogeográfica atlântica da Macaronésia, onde é nativa dos arquipélagos das Canárias, Madeira e Açores. Pode atingir centenas de anos de idade, produzindo árvores de grandes dimensões. Apesar de comum e muito apreciado como planta ornamental em jardins daqueles arquipélagos, o dragoeiro encontra-se vulnerável no estado selvagem devido à destruição do seu habitat. A sua abundância varia entre relativamente comum nas Canárias a raro na ilha da Madeira e na maioria das ilhas açorianas.

O Dragoeiro possui seiva translúcida que quando cortada  produz uma resina que adquire cor vermelho-sangue quando oxidada. Esta substância ficou muito conhecida na Europa como "Sangue de Dragão" e atingia altos preços de mercado. Suas aplicações mais comuns eram farmacológicas e também como tintura. Sua origem foi guardada em segredo durante muitos anos, gerando muito mistério sobre a substância curiosa.

Árvore que pode ultrapassar os 15 m de altura, de tronco robusto de material fibroso facilmente putrescível, de contorno irregular com até 5 m de diâmetro, com ramificação umbeliforme.

O dragoeiro deve o seu nome à cor da sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância pastosa de cor vermelho vivo que foi comercializada na Europa com o nome do sangue-de-dragão ou drago. O sangue-de-dragão atingia elevados preços, sendo a sua origem conservada no mistério por muito tempo. Era utilizado em fármacos (sob o nome de sanguis draconis) e em tinturaria, constituindo nos tempos iniciais de povoamento europeu da Macaronésia, em especial das Canárias, um importante produto de exportação.

Nas Canárias o dragoeiro era considerado uma árvore sagrada pelos povos guanche, servindo alguns exemplares de ponto de referência e assinalando locais de reunião e de significado religioso. É célebre o dragoeiro de Icod de los Vinos, árvore sagrada das populações guanche de Tenerife.

Nos Açores os dragoeiros habitam a baixa altitude, existindo alguns exemplares famosos, tendo os existentes na zona da Praia de Água de Alto sido classificados por decreto do parlamento açoriano como árvores protegidas. No Museu do Pico (pólo do Museu do Vinho, Madalena) existe um bosque de dragoeiros centenários. No entanto, algumas dúvidas permanecem sobre se estes exemplares serão descendentes de exemplares nativos ou se esta espécie foi introduzida pelo ser humano.

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